5 blogs

Posted in Cibercultura with tags , , , , , , on Maio 14, 2008 by urbanwoman

 

A Comunicação Empresarial [Organizacional, Corporativa ou Institucional] compreende um conjunto complexo de actividades, acções, estratégias, produtos e processos desenvolvidos para reforçar a imagem de uma empresa ou entidade [órgãos governamentais, ONG’s, associações, universidades, etc.] junto dos seus públicos de interesse [consumidores, empregados, formadores de opinião, classe política ou empresarial, accionistas, comunidade académica ou financeira, jornalistas, etc.] ou junto da opinião pública. 

A Comunicação Empresarial tem assumido, nos últimos anos, maior complexidade, tendo em vista a necessidade de trabalhar com diferentes públicos (diferentes conteúdos, discursos ou linguagens), a forte concorrência, a segmentação dos média e a introdução acelerada das novas tecnologias. 

Hoje, exige-se do profissional da área, não apenas conhecimentos e habilidades nas práticas profissionais, mas também uma visão abrangente do mercado e do universo dos negócios. Mais do que um simples executor de tarefas [bom redactor de press releases, bom relacionamento com os media, excelente editor], o profissional de comunicação empresarial deve ser um executivo, um gestor, capaz de planear estrategicamente, o esforço da comunicação da empresa ou entidade. 

in comunicacaoempresarial.com.br   

Licenciatura em Comunicação Empresarial

  • Objectivos da Licenciatura 

A licenciatura em Comunicação Empresarial pretende formar indivíduos para as mudanças generalizadas resultantes da aplicação tecnológica, nas relações organizacionais no âmbito da Comunicação de Marketing. O diplomado deverá adquirir competências específicas – contempladas nas áreas científicas de base, da especialidade, complementares e opcionais para poder desempenhar as seguintes funções: Profissional de Marketing, Profissional de Publicidade/ Criatividade e Profissional de Relações Públicas.  

  • Saídas Profissionais  

Gestão de Marketing; Relações Públicas; Assessor de Imagem; Gestor da Comunicação; Assessor de Imprensa e Protocolo; Analista de Mercados; Criativo Publicitário; account; Produtor Publicitário; Produtor Gráfico; Media Researcher; Media Planner: Media Monitor.

in ismt.pt

 

 

5 blogs que se inscrevem no vasto campo de estudos da licenciatura em Comunicação Empresarial 

markcomms - Blog de Luis Rasquilha, Director de Marketing da Multipublicações – Marketeer e Executive Digest.

Relações Públicas Sem Croquete -Um olhar pelos bastidores das Relações Públicas em Portugal no primeiro blog nacional. 

Teorias da Comunicação - Blog de Rogério Santos sobre leituras e práticas em torno da comunicação. 

Criativa Escrita - Blog com recursos para uma escrita criativa. 

ComunicaTv - Blog de apontamentos e sumários das aulas de Comunicação Televisiva – 2007/2008 -Licenciatura de Ciências da Comunicação da Universidade Católica Portuguesa.  

+ blogs

http://blog.ciberesfera.com/

http://videoonscreen.blogspot.com/

http://perolasdasassessorias.wordpress.com/about/

 http://bimarketing.blogspot.com/2005/09/blog-de-marketing.html

http://www.oblogdapublicidade.blogspot.com/

http://www.serendipidade.com/ 

 

RP

 

U2

Posted in Cibercultura with tags on Abril 29, 2008 by urbanwoman

| Pesquisa na web de comunidades virtuais sobre o tema

 

Actuaram quatro vezes em Portugal, a primeira no Festival de Vilar de Mouros em 1982, em 1993 e 1997 no Estádio José Alvalade, e em 14 de Agosto de 2005 no Estádio Alvalade XXI, e eu [sim eu, my self and I], tive a grande felicidade de os ver “ao vivo e a cores”, nos três últimos concertos mencionados.

Senhoras e senhores, falo-vos nem mais nem menos, de uma grandiosa banda [considerada por muitos a melhor banda do mundo], osU2!

 

“U2″ [um avião utilizado pelos EUA na guerra fria, década de 1950 - nome sugerido por Larry, baterista da banda]

U2

Sobre eles já tudo foi dito, e a sua música é sobejamente conhecida a nível planetário. Irlandesa, é uma das mais populares bandas de rock no mundo desde a década de 80, composta por Bono Vox [Paul David Hewson] vocalista, The Edge [David Howell Evans], Adam Clayton e Larry Mullen, Jr.

Um dos cineastas que mais admira a carreira do grupo é o alemão Wim Wenders, que usou duas canções do grupo nos seus trabalhos; em 1991, Until The End Of The World para o filme Até ao Fim do Mundo e em 1993, para o filme Tão Longe, Tão Perto, em que foi composta uma das mais belas baladas do grupo, Stay [Far Away, So Close]. De registar ainda a obra Cidade dos Anjos em 1998, com o If God Will Send His Angels, e The Million Dollar Hotel, cujo roteiro é baseado numa ideia de Bono e Nicholas Klein, em que se pode ouvir The Ground Beneath Her Feet. Por último,  o U2 3D lançado este ano, que se trata do primeiro concerto gravado ao vivo em 3D até o presente momento. Ao aliar imagens digitais inovadoras em 3D e som Surround 5.1, cria uma experiência cinéfila e musical que imerge como nenhum 3D ou filme anterior. As imagens foram captadas num concerto em Buenos Aires, no estádio do River Plate, onde mais de 80 mil pessoas estiveram na plateia. Existem ainda alguns trechos da passagem da banda por São Paulo e Santiago do Chile.

De referir ainda o seu concerto  virtual memorável no Second Life, produzido e organizado por um grupo de fãs da banda e do SL - http://www.u2insl.com/, do qual [deliciem-se], se podem ver pequenos excertos aqui, e também aqui 

U2 in Second Life

Para alem da sua actividade ao longo dos últimos 25 anos, a banda aliou a sua exposição pública, obtida pelo sucesso musical, à defesa de causas humanitárias e dos direitos humanos, especialmente o líder da banda, Bono Vox, que tem participado activamente em várias campanhas, conferenciando com líderes de todo o mundo, a fim de obter apoios para a sua luta contra a fome e miséria, sobretudo nos países mais pobres. Ver os casos de http://www.joinred.com/ e http://one.org/. 

Bono Vox

Possuidores de um império económico em larga escala e nas mais variadas vertentes, tanto a título individual, como colectivamente, de salientar o Hotel The Clarence e a discoteca The Kitchen, em Dublin, cuja banda é proprietária.

 

Alguns sítios de interesse: 

 

U2.com

http://www.u2.com/ 

Site oficial da banda. Novidades sobre os lançamentos e concertos, downloads e vídeos exclusivos, loja virtual, discografia completa, fórum Zootopia (no qual aparecem mensagens dos próprios membros do U2). Duas versões: HTML (rápida) e Flash (lenta). 

 

Propaganda

http://www.u2propaganda.com/ 

Site da revista oficial do U2, Propaganda. É possível ler algumas matérias dos exemplares recentes e antigos. 

 

U2lyrics

http://www.u2lyrics.info/ 

Site de busca de mais de duzentas canções dos U2.

 

Rolling Stone

http://www.rollingstone.com/artists/default.asp?afl=fans&oid=45 

Arquivo de artigos sobre os U2 da revista Rolling Stone. Contem também biografia, críticas de álbuns, notícias, fotos etc. 

 

Hotpress

http://www.hotpress.com/archive/artist.adp?ar=126

Site que reúne uma grande quantidade de artigos e entrevistas dos U2, desde 1978 até aos dias de hoje. É necessário ser-se usuário registado para se ter acesso à maior parte dos arquivos [registro é grátis].

 

Interscope Records

http://www.interscope.com 

Site da gravadora dos U2. Contém algumas notas sobre os lançamentos da banda.

 

@U2

http://www.atu2.com/

Um dos melhores sites para se obter notícias actualizadas e resumo dos rumores sobre a banda. Também tem um guia para coleccionadores, letras, troca de material entre fãs, biografias, guia para a cidade de Dublin e fotos.

 

U2photos.com

http://www.u2photos.com/ 

Site que reúne o trabalho do fotógrafo Otto Kitsinger. Tem fotos de mais de 60 concertos da Popmart e da Elevation Tour.

 

The Official U2 FAQ

http://www.u2faq.com/ 

O “FAQ Oficial do U2″ não é na verdade oficial. É um trabalho dos fãs da banda, que reuniram as perguntas que aparecem mais frequentemente em listas de discussão e fóruns de mensagens e procuraram respondê-las o melhor possível. Os temas das perguntas são: o U2 na Internet, história do U2, discografia, livros, vídeos, turnés, prémios, clubes de fãs e revista Propaganda, por de trás da música, mensagens ocultas e informações sobre as pessoas que já trabalharam com o U2.

 

U2 Fan Database

http://www.u2fdb.com/ 

Banco de dados com informações pessoais de fãs do U2 de vários países. Para conhecer pessoas com o mesmo bom gosto musical.

 

u2licenseplates

http://www.u2licenseplates.com/

Tem uma lista de placas de automóvel americanas com temas relacionados ao U2. Por exemplo, ACHTBBY ou U2ROCKS ou BONOU2. Dá para ver a foto de algumas placas.

 

David Egan

http://www.eganart.com.au/ 

Contém os quadros da última exposição do artista David Egan, “Music To Your Eyes”, inspirada nas músicas do U2.

 

U2 to you

http://www.u2toyou.hpg.ig.com.br/ 

Site da lista de discussão em português U2 Out Of Control. Tem notícias, colunas, biografias, fotos, curiosidades, etc.

 

U2 Portugal

http://www.u2portugal.com/ 

Site da lista de discussão portuguesa. Tem notícias, últimos lançamentos, downloads, informações sobre Portugal, shows portugueses e outros. 

 

U2 Inside

http://groups.msn.com/U2Inside

A comunidade U2 mais completa da Internet sempre actualizada e com muitas novidades sobre a maior e melhor banda do mundo. 

 

Ultraviolet

http://www.ultraviolet-u2.com/

Site organizado e mantido pela Ultraviolet, fã-clube é a maior lista de discussão do U2 em português. 

 

Virtualrockstar.blogspot.com

http://virtualrockstar.blogspot.com/2006/10/show-virtual-do-u2.html

Um blogue brasileiro que noticiou em 08/10/2006, entre outros, o concerto da banda na comunidade virtual Second Life.

 

Concerto U2

“Is it getting better
Or do you feel the same
Will it make it easier on you
Now you got someone to blame
You say,
One love…
One life…”

Damn, i love you guys…Cheers!

 U2

  

 

  

 

 

 

 

 

Comentários a duas questões

Posted in Cibercultura with tags , , on Abril 12, 2008 by urbanwoman

“O Ciberespaço é uma democracia?” 

 “Governos do mundo industrial, (…) venho do Ciberespaço, o novo lugar da mente. Em nome do futuro, peço a vós do passado que nos deixeis em paz. Não sois bem-vindos entre nós. Não exerceis nenhuma soberania sobre o lugar onde nos reunimos. Não elegemos nenhum governo, nem pretendemos tê-los, assim dirijo-me a vós sem nenhuma autoridade maior do que aquela que a liberdade sempre fala (…). Estamos criando um mundo em que todos podem entrar, sem privilégios ou preconceitos de raça, classe, religião, poder militar ou lugar de nascimento. Estamos criando um mundo onde qualquer pessoa, de qualquer lugar, pode expressar suas crenças, sem se importar com o quão singular sejam, sem medo de ser coagido ao silêncio ou ao conformismo. (…) Criaremos uma civilização da mente no Ciberespaço. Que seja mais humana e bela que o mundo que vossos governos criaram antes”. 

[John Perry Barlow, in “Declaração de Independência do Ciberespaço”]

 

Segundo Henrique Antoun, “o entendimento das redes permite-nos, hoje, devolver ao pensamento a realidade do espaço, a sua cidadania real no seio do mundo, afirmando que o chamado “espaço real” é apenas um caso do ciberespaço, e que o espaço virtual é aquele que de facto nós sempre habitamos. Nele uma democracia torna-se possível, porque a multidão armada pelas tecnologias da informação e comunicação mediada por computador, fazem o problema da cidadania pós-moderna e da segurança pública, convergirem na direcção da organização das comunidades virtuais, apontando na direcção de um novo pacto democrático.”[1] 

O ciberespaço foi-se, ao longo dos tempos, desenvolvendo-se de uma forma autónoma, em base de trabalho cooperativo e de liberdade de criação. Tudo o que é colocado na rede passa a ser universal, público e acessível, democrático por essência e livre por sua concepção, onde surge uma espécie de cidadão global. 

Por ser um espaço não configurado, de território não demarcado e livre das imposições do mundo real, dos fanatismos e das ditaduras [embora estes também tenham a liberdade de se manifestar nele] o ciberespaço permite novas projecções e vivências, permite aspirar a uma nova organização social, novos conceitos, permitindo intercâmbios culturais e participação politica passiva e/ou activa, que de outra forma dificilmente poderiam vir a manifestar ou a acontecer. Abriram-se múltiplos formatos de participação global a nível da cidadania, com o surgimento de imensas redes organizadas, lutando por variadíssimos interesses e conceitos, pressionando os processos sociais e políticos, proporcionando por isso, novos e fundamentais espaços para as praticas democráticas. É esta a verdadeira essência e cultura da Internet. 

Apesar das diversas tentativas de controlo por parte de governos autoritários de todo o mundo, a comunidade virtual sempre conseguiu desenvolver processos de impedir a censura, através de criativos e projectistas de softwares, activistas hackers e outros que navegam, cruzando-se em milhares de fóruns e grupos de discussões. Por isso há quem afirme que a arquitectura da rede, é a arquitectura da liberdade.

[1] “A Multidão e o Futuro da Democracia na Ciberesfera” [texto disponibilizado na plataforma da disciplina Cibercultura] ou excerto aqui.

 

“WILL BLOGS KILL OLD MEDIA?”

Os blogues vieram ocupar um lugar essencial na comunicação contemporânea, embora, não tenham vindo substituir os velhos media, nomeadamente a televisão e os jornais, nem colocar em risco o seu espaço. Estamos perante conceitos muito diferentes.O fenómeno bloguístico, que se fundamenta na partilha de ideias, pensamentos, testemunhos e até mesmo na disciplina da critica, trouxe uma lufada de ar fresco à informação generalista e também de especialidade, imprimindo cunhos pessoais ao género de pequenas anotações e de diário de bolso. É um processo intimista, tanto da parte do seu autor, como da parte de quem o lê.

Podemos observar que os blogues não substituem a televisão nem os jornais, pois não fornecem a informação mediática, rápida e reflectida, e até porque, vejamos, mais depressa os blogues utilizam fontes dos media para seu suporte de emissão de notícias disponibilizados no ciberespaço, do que o contrario, serem os media a pegarem em fontes publicadas na net. Porém, o facto dos blogues coexistirem com os velhos media e serem uma ferramenta mediática de fácil acesso, de certa forma vieram interferir no sistema, ou seja, vieram provocar na comunicação social a obrigatoriedade de imprimir uma maior qualidade de informação, maior imparcialidade, rectidão e atitude assertiva, sobre a sã ameaça do voyeurismo permanente por parte dos inúmeros autores de blogues, talvez os “primeiros” a assimilar a informação diária fornecida pelos média. Digamos que o meio bloguístico tem o dom do manuseamento posterior da informação, imprimindo plasticidade à mesma, seja ela mais, ou menos séria, analisando-a, criticando-a, e até mesmo responsabilizando-a.

Outra das diferenças que podemos observar, é que a blogoesfera é uma forma de expressão editorialmente livre, de conteúdos duvidosos, proliferando fontes anónimas, permitindo muitas das vezes o boato gratuito e a calunia, enquanto que do lado dos media, toda a orgânica se rege de modo diferente, obrigada a princípios previamente legislados, e dever de transparência e isenção.

Conclui-se portanto, não existir o risco dos velhos media virem a ser aniquilados pela blogosfera, pelo menos nos tempos que correm e com as tecnologias existentes.

Tema Actual: Tibete

Posted in Cibercultura on Abril 10, 2008 by urbanwoman

Confrontos Monges Tibetanos

O Tibete está a ser palco de protestos contra os mais de 50 anos de domínio chinês, que começaram como uma reação à notícia de que monges budistas teriam sido presos depois de realizar um pequeno passeio para marcar os 49 anos de um levante tibetano contra o domínio chinês.

Centenas de monges invadiram as ruas, tendo os protestos ganhado força nos últimos dias, vindo a ser apontados como os maiores e mais violentos dos últimos 20 anos.

Trata-se de uma questão histórica: a China diz que o Tibete faz parte do seu território desde meados do século 13 e que deverá ficar sob o comando de Pequim. Muitos tibetanos, porém, têm uma outra visão da história, afirmando que a região do Himalaia ficou independente durante vários séculos e que o domínio chinês nem sempre foi uma constante.

Entre 1911 e 1950, o Tibete manteve o status de país independente, até que Mao Tsé-tung comandou a Revolução Chinesa e chegou ao poder no país, em 1949. Em 1963, ganhou o estatuto de Região Autónoma, e hoje conta com um governo apoiado pela China. Em 1989, a causa da independência do Tibete ficou conhecida no Ocidente, após o massacre de manifestantes pelo exército chinês na praça da Paz Celestial. Muitos tibetanos querem a independência de volta, e daí os protestos. 

Efectuada uma pesquisa sobre o tema em referência com utilização de aspas, e através do grande motor de busca Google, verifiquei a existência infindável de links que remetiam para a actual questão do Tibete, com publicações em variadissimos sites, portais e blogs. Sobre este grande motor  de busca, nada há a assinalar a título depreciativo

Acedi à Wikipédia, que desde logo reportou rápidamente para o tema, apresentando vasta informação historica, geografica, etc. É uma enciclopédia multilíngue online livre, escrita internacionalmente por várias pessoas comuns de diversas regiões do mundo.

Através do motor de busca da Clix, um dos mais conhecidos portais nacionais, com vários canais temáticos e um directório de páginas pessoais, acedi facilmente sem a utilização de operadores boolianos nem de aspas e efectuando uma busca em português. Escolhi uma notícia publicada no jornal O Publico, tendo achado a busca funcional.

 

No site da TSF também encontrei notícia alusiva, após procura do tema. Trata-se de um site de alto teor informativo, permanentemente actualizado e de fácil acesso e rapidez. Não necessitei de recorrer a operadores boolianos nem aspas.

Algumas publicações sobre a questão no portal IOL, um dos mais recentes portais a surgir no universo on-line nacional e com um design bastante atractivo. De referir que este portal utiliza o motor de busca do Google, logo, rápido na busca.

Como não podia de deixar de ser, recorri também ao Sapo, um dos primeiros e mais completos portais portugueses e que já serve os cibernautas nacionais há alguns anos. O portal da Telepac é pautado pela variedade de canais e pela diversidade de informação que disponibiliza, oferecendo um motor de busca de alguma qualidade. Foi recentemente alvo de uma remodelação no que respeita ao design. Através de busca simples, pude encontrar alguns links, tendo escolhido uma das publicações fornecidas pelo DN, dado se tratar de um jornal diário conceituado.

Um dos sites mais conhecidos portugueses e com uma existência de mais de uma década, é o aeiou.pt. Trata-se um site de referência na comunidade internauta nacional, mas confesso que após pesquisa, verifico que não nos é fornecida muita informação, pelo que me lembrei de também aceder ao site do jornal Expresso, um dos maiores semanários do país, dado utilizar este mesmo portal, tendo verificado que muito facilmente se encontram publicações sobre a temática.

 

Por último, decidi através de um blog português encontrar um texto alusivo à notícia sobre o Tibete, tendo escolhido o Causa Nossa, após ter procurado inicialmente matéria no Abrupto e no Mar Salgado. A referir que a procura da notícia também é simplificada, dado o blog estar equipado com motor de busca próprio. Trata-se de um blog de caris político, criado em Novembro de 2003, com a participação habitual de oito individualidades portuguesas ligadas à política, jornalismo, etc.

http://youtube.com/watch?v=2azZwJZEUmw

Imagem: Reuters

Buzzword: Net Generation

Posted in Cibercultura on Março 26, 2008 by urbanwoman

  

Nasceram entre 1977 e 1996 e são apelidados de Net Generation (termo criado por Don Tapscott e tornado público em 1997 no livro Growing Up Digital). 

Trata-se da primeira geração de humanos a crescer na era digital. Estima-se que actualmente sejam já 2 mil milhões de indivíduos (entre crianças e jovens adultos) mas está a expandir-se a um ritmo alucinante. Crescem a interagir uns com os outros através da net e dos telemóveis, e não conseguem imaginar uma vida em que as pessoas não tinham estas tecnologias para se comunicarem, trocarem opiniões e ideias, jogarem, interagirem intensamente. Por exemplo, enquanto os pais eram, e alguns ainda o são, consumidores passivos da comunicação social, os jovens actuais são criadores activos de conteúdos. É a primeira vez na história da humanidade em que os filhos são as autoridades numa matéria realmente importante. É uma geração que tem um poder imenso entre mãos. Está a ser cultivada num ambiente interactivo e conectivo, não é uma geração de ouvintes ou espectadores, mas sim uma geração de utilizadores, criadores e comunicadores, sendo a sua forma de actuar a ligação em rede. Os seus “membros” dominam muitas das enormes comunidades online, do Facebook ao MySpace onde milhões de jovens socializam e colaboram para fazerem tudo e mais alguma coisa.

Danah Boyd, uma socióloga da Universidade de Berkeley que tem estudado a Net Generation, tem vindo a alertar para algo que nem todos nós já nos apercebemos de forma clara: “Não tendo controlo em casa, muitos adolescentes não a encaram como o seu espaço privado”. Os seus espaços privados encontram-se agora e cada vez mais online, onde os jovens se reunem em massa, se ligam em rede com os pares, e criam espaços partilhados próprios. São os denominados netcitizens que, através de fóruns, blogs, sites ou mesmo chats públicos como o MSN, o MySpace, o Hi5, Second Life, etc., podem convidar, por exemplo, uma infinidade de amigos para entrar no seu espaço privado virtual, espalhando-se por toda a rede a uma escala interminável. 

Os locais de encontro dos jovens, é pois, cada vez mais, a Internet, à medida que os espaços exteriores são menos atraentes.

Anjos, Fadas e Sereias

Posted in Cibercultura on Março 12, 2008 by urbanwoman

 

Síntese Crítica – Escrita Hipertextual e Hipermedia

Texto: Anjos, Fadas e Sereias: 12 Teses sobre Cibercultura, de Rui Magalhães

 

 

 

Embora o autor tenha criado o artigo em formato impresso, não se observando a existência de acessos através de links ou outro tipo de ligações e suporte, podemos afirmar que, de certa forma, existe no texto uma escrita hipertextual, na medida em que o artigo utiliza ao longo das doze teses, variadíssimos tópicos que ajudam a visualizar a informação, percebermos com maior nitidez as ideias subjacentes e podermos reflectir e projectar as mesmas.

No que concerne à hipermedia [fusão entre hipertexto e multimédia], verificamos que o texto não utiliza qualquer ferramenta técnica nesse sentido, não obstante Rui Magalhães nos descrever mentalmente, alguns ambientes com forte tradução visual. Sem dúvida que a utilização de suportes de multimédia enriqueceriam o artigo em questão. 

Voltando ao texto em si, Anjos, Fadas e Sereias: 12 Teses sobre Cibercultura, o autor apresenta uma dissertação sobre a temática do Ciberespaço, abordando todos os seus aspectos convergentes, numa tentativa de explicar o fenómeno, o porquê do seu surgimento e a necessidade premente da sua constante evolução e mutação.  

 

O aparecimento da Internet surge a par de grandes desenvolvimentos tecnológicos do século XX, num momento de viragem entre o desgaste civilizacional e a sua reformulação e evolução. Desde logo, passou-se a ter acesso a uma infinidade de informação a todos os níveis, acompanhado de um sentimento partilhado de total liberdade e autonomia, onde tudo é possível, sem barreiras de poder e de valores. Instala-se a ideia ilusória da liberdade e da democracia, reivindica-se a individualidade e o tribalismo. É possível a troca constante de informação à escala universal, tornamo-nos omnipresentes.

No ciberespaço todos os objectos e seres deixam de ser reais, passando a ser virtuais, daí o sentido metafórico do título do artigo de Rui Magalhães. A rede está povoada de anjos, fadas e sereias, figuras fantásticas adoptadas pelos indivíduos, de forma a se imporem no espaço imenso, de se poderem transformar, projectar e manipular. O individuo assume as mais variadas formas e conteúdos, materializando-se naquilo em que acredita, passando a viver a sua projecção, fundindo o virtual com a realidade. A cibercultura é exactamente esta indefinição entre as imagens fantásticas, amorfas, e as do nosso quotidiano, a proximidade entre a tecnologia digital e o relacionamento social.  

De realçar ainda a facilidade de comunicação e partilha de informação, gerando e influenciando o desenvolvimento económico, permitindo o surgimento de novos mercados, rumo ao modernismo, diminuindo, aparentemente, o fosso existente entre os países ricos e os mais desfavorecidos. 

 

Parafraseando o autor, “a rede é um infinito infinitamente limitado.” […] “o nosso planeta não é já a terra, mas o Windows (ou o Linux, ou…)”, sem dúvida duas óptimas definições que congregam todo o conceito da temática que se acabou de abordar. 

 

Revista Ficções

Posted in Cibercultura on Março 5, 2008 by urbanwoman

A escritora Luísa Costa Gomes é directora da revista “Ficções“. A “Ficções” é uma publicação semestral de contos editada pela Tinta Permanente. Um exemplo único no nosso país. Desde 2002 que tem um “site” na Internet (de que aqui já falámos nessa altura) mas agora a novidade é que, com o apoio do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas e com a participação inicial do Projecto Vercial da Universidade do Minho, vão realizar um projecto pioneiro na divulgação do conto clássico e contemporâneo (pelo menos em Portugal), constituindo a primeira Biblioteca Online do Conto. Será a primeira biblioteca de textos integrais “on-line” em português e “numa primeira fase, o objectivo é colocar ‘on-line’ um extenso rol de contos e novelas portugueses do século XIX, bem como a quase totalidade dos contos contemporâneos encomendados pela e publicados na revista ‘Ficções’ ao longo destes quatro anos. Como objectivo final, a ‘Ficções’ quererá constituir uma Biblioteca Universal do Conto, disponibilizando textos integrais e traduções fidedignas da literatura universal”, explica Luísa Costa Gomes. “Pensamos não ser necessário enfatizar a importância desta iniciativa para todos os que falam e estudam português no mundo inteiro. Colocar ‘on-line’ estes contos, numa edição revista, integral e credível, é tornar acessíveis aos estudantes e leitores que usam a Web, alguns textos muito importantes da nossa cultura”, acrescenta. Neste momento, já podem ser consultados no “site” alguns dos contos que já fazem parte da biblioteca e que foram revistos tipograficamente. (…) E claro, contos de Camilo, Eça, Aquilino, Sena, Fernando Cabral Martins, Teresa Veiga, Mário de Carvalho, Maria Velho da Costa, Hélia Correia, Agualusa, Machado de Assis, Luísa Costa Gomes, Ramalho Ortigão, Jaime Rocha, entre outros. Aguarda-se o desenvolver do projecto com expectativa.

Dia zero

Posted in Cibercultura on Fevereiro 27, 2008 by urbanwoman

Blog criado para a disciplina de Cibercultura.

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